Suplementação Medicamentosa de Ferro e Ácido Fólico na gestação
Projeto de pesquisa
- Período
- 2018–2019
- Resumo
- A anemia é considerada o principal problema relacionado à carência nutricional no mundo. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde de 2011, a anemia então afetava cerca de 800 milhões de crianças e mulheres no mundo inteiro, sendo que no Brasil, cerca de 32% das mulheres grávidas eram anêmicas, com prevalências variando de 11 a 62% a depender da região e contexto sócio-economico. Durante a gestação a deficiência de ferro está associada há vários resultados adversos para a mãe e a criança, dentre esses estão o maior risco de hemorragia, sepse, mortalidade materna, mortalidade perinatal do bebê, e baixo peso ao nascer. Segundo a OMS, cerca de 60% da prevalência de anemia seria evitável com a suplementação de ferro. Em consonância com as recomendações da OMS, o Ministério da Saúde do Brasil, recomenda que as gestantes devem ser suplementadas com sulfato ferroso e ácido fólico diariamente. Nesse contexto, o objetivo desse projeto será identificar a prevalência de uso dos de suplementação de ferro e ácido fólico em gestantes da cidade de Diamantina MG.