Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

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Negros escravos, forros e livres na estrutura militar lusitana: um estudo sobre a atuação de “Milícias particulares” de escravos e das tropas Milicianas e de Ordenanças de negros. Serro Frio, século XVIII

Projeto de pesquisa

Período
2014–2015
Resumo
A pesquisa que estamos desenvolvendo analisa as vantagens e os conflitos em torno da mobilização de negros (escravos ou não) para atuar no universo militar colonial, formal e informal, mais especificamente da comarca mineira de Serro Frio no século XVIII, bem como a visão que autoridades régias lusitanas, elites locais e a população mais ampla residente neste território tinham acerca desta prática. Deste modo, o trabalho tem procurado ressaltar as discussões e a construção de um discurso elaborado por tais setores sobre o uso dos negros em tais atividades. Destacamos ainda os problemas e receios com a criminalidade em relação à parcela da população negra, que eram aguçados com a mobilização militar, a polêmica em torno do armamento dos negros, a necessidade do uso dos mesmos em variadas situações como reforço bélico. Por fim, temos focado também as formas de inserção, ascensão e mobilidade por parte da população negra via sistema militar

Coordenador