Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

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Efeito de um programa de fortalecimento muscular domiciliar na função cognitiva e no estado afetivo de idosos comunitários com comprometimento cognitivo leve.

Projeto de pesquisa

Período
2014–2015
Resumo
O Comprometimento Cognitivo Leve se refere à fase de possível transição entre as modificações cognitivas esperadas para o processo de envelhecimento e um processo demencial. Um dos fatores contribuintes para o agravamento da perda cognitiva na população de idosos é o sedentarismo, pois os que se exercitam regularmente possuem menor probabilidade de desenvolverem doenças crônicas, incluindo demência. A atividade física vem sendo reconhecida como um fator altamente protetor das funções cognitivas no envelhecimento, tornando-se uma estratégia psicosocial promissora para a proteção da cognição em idosos. A maioria dos estudos que fornecem evidência científica sobre o impacto positivo do exercício físico na cognição de idosos, com e sem Demência de Alzheimer, utilizaram como intervenção exercícios aeróbicos, associados ou não ao treino de flexibilidade, força muscular e equilíbrio. Recentemente, alguns estudos mostraram benefícios do exercício de fortalecimento muscular realizado isoladamente no funcionamento cognitivo, incluindo as funções executivas, capacidade de respostas a estímulos, além da mobilidade funcional, no entanto, estes achados são inconsistentes. Desta forma, o presente estudo tem como objetivo avaliar a eficácia de um programa de fortalecimento muscular na função cognitiva de idosos com comprometimento cognitivo leve, assim como em sintomas depressivos, uma vez que o estado afetivo pode comprometer o estado mental do indivíduo.

Coordenador